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Paciência, Disciplina, Humildade, Respeito e Compromisso na Liderança

por ciprianoalves, em 20.03.15

Quer queiramos ou não, vivemos actualmente num ambiente muito competitivo.

Há quem pense e acredite que a competição faz mal. Nesta questão  existem pontos de vista diferentes, e que acreditam que a competição é saudável.Existem exemplos de sucesso por esse mundo fora.

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A base desse sucesso está simplesmente, na educação. É através da educação e competição salutar que se alcança o sucesso. Aprender a ganhar porque se tem mérito e nos empenhamos para isso. Aprender a perder porque não nos preparamos o suficiente e entendemos que, para vencer na vida, precisamos de estar preparados e qualificados. Quando terminamos a faculdade e entramos no mercado de trabalho, não levamos nenhum susto, pois sabemos que vamos encontrar: um mercado competitivo, onde quem vence é aquele que tem maior conhecimento, relacionamento e fornece resultado para as empresas ou pessoas que o contratam.

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A falta de envolvimento competitivo, colocada de forma inteligente e não agressiva, transforma-se num conceito que deveria fazer parte das nossas vidas, pois assim estaríamos preparados para um futuro muito mais competitivo, global nos dias actuais. Nos tempos actuais não existe compaixão. Sobrevivem os melhores, quem está preparado para viver nesse ambiente usando a sua visibilidade através de relacionamentos pertinentes e duradouros, sendo ético, justo e praticando responsabilidade social. E tendo conhecimento, pois sem ele não existe a mínima chance de sobrevivência no mercado. O grande objetivo de um líder preocupado é estar sempre preparado e apto para exercer sua liderança, mas acima de tudo orientar seus liderados ou processadores para que executem as tarefas de forma eficaz e, por que não, preparando-os para ser futuros líderes.

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 Claro que, além da competição, o líder precisa de evoluir muito, quanto a humanização do mundo, em conceitos, como: solidariedade, compartilhamento e justiça.

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Aliás, uma das tarefas do líder é saber ensinar aos que não sabem, aos que não tem acesso, estimular o crescimento deles. Sem lideres actualizados não existe futuro.

Como os líderes devem actuar?

- Acreditam e investem no pessoal: treinam, educam, desenvolvem, preparam e ajudam as pessoas a obter desempenho sempre melhor.
- Acreditam na filosofia da qualidade e a praticam
- Admitem o que não sabem e procuram aprender
- Colocam as pessoas em primeiro lugar, simultaneamente respeitando os processos normas e instrumentos legais
- Fazem a equipe funcionar. Reúnem pessoas de diferentes sectores da organização em times da qualidade
- Influenciam as outras pessoas do grupo, multiplicando iniciativas e comportamentos positivos.

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 A humildade, respeito e a educação, no local de trabalho não resolvem tudo, mas certamente muitos problemas terminam aí! Tratar as pessoas que fazem parte da nossa vida, pelo nome desde a pessoa mais simples à mais importante,trocar um sorriso, ou um simples bom dia. Certamente todos teremos um exemplo.

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Esta lição é de humildade e de respeito para com o próximo, independemente da profissão ou cargo, todas as pessoas fazem parte da nossa vida, é como cada peça do motor, se alguma faltar o motor funcionará menos bem, tal como na nossa vida!.

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” Ser humilde com os superiores é obrigação, com os colegas é cortesia, com os inferiores é nobreza.” 

 Benjamin Franklin

 

Nota: Alguns textos e imagens foram retirados através de pesquisa na internet

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publicado às 22:00

PERFUME

por ciprianoalves, em 27.11.14

História do Perfume

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Historicamente o Perfume nasceu com os primórdios da humanidade, e está associada a actos religiosos, há cerca de 800 mil anos atrás. Os nossos antepassados teriam tido conhecimento dos perfumes através dos odores agradáveis que exalavam as florestas em chamas.

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Algumas árvores como o cedro e o pinheiro com os seus troncos odoríferos, após o domínio do fogo pelo Homem pré-histórico, eram queimadas com o intuito dos aromas exalados agradarem aos deuses. As fragrâncias agradáveis utilizadas nestes rituais (sândalo, casca de canela, raízes de cálamo, mirra, incenso, etc.), que envolviam sacrifícios animais, serviam para além de invocar os deuses também para disfarçar os cheiros mais incomodativos dos animais mortos. Assim, os primeiros perfumes terão surgido sob a forma de fumo, que pode ser confirmado pela própria origem da palavra Perfume (Pinheiro, 2008; Olinto, 2003).

Mais tarde, os aromas que privilegiavam os deuses e os mortos, passaram a ser utilizados também pelas pessoas, transformando-se num acessório indispensável dos mais ricos. Desta forma, a arte da elaboração do perfume nasceu no Antigo Egipto (datado de 3200 a.C. até 2200 a.C.). O povo egípcio tinha profundas crenças religiosas, nomeadamente o politeísmo (crença em vários deuses), característica esta que influenciou a sua civilização e a sua organização social.

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 Os Egípcios, homenageavam os seus deuses acreditando que as suas orações eram atendidas mais rapidamente através da fumaça aromática e untavam os cadáveres com óleos essenciais no processo de mumificação, representando este gesto a eternidade. Desta forma, honravam os seus deuses aromatizando os ambientes e produzindo óleos perfumados para rituais religiosos.            

A produção de um perfume era considerada uma dádiva dos deuses, ficando os sacerdotes responsáveis pelo seu fabrico. Os templos, assim, foram transformados em verdadeiros laboratórios, onde os principais clientes eram os faraós e os membros mais importantes da corte.

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 Mais tarde, o perfume torna-se um hábito de todos os egípcios, usando atado à cabeça, uma pequena caixa com uma fragrância, que se dissolvia lentamente perfumando o rosto, servindo também como repelente de insectos. Esta civilização cuidava muito da sua higiene pessoal, banhavam-se ao acordar e antes e depois das refeições principais, utilizando uma pasta de argila e cinzas (suabu) e incenso perfumado no final. No clima árido e quente do Egipto, as essências refrescantes tornaram-se indispensáveis até mesmo para os soldados do Faraó Seti I, que protagonizaram uma greve em 1330 a.C. pela falta de fornecimento de unguentos aromáticos.

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A rainha Cleópatra, tinha rituais perfumados, untava as suas mãos com óleo de rosas, açafrão e violetas e perfumava os pés com uma loção feita à base de extractos de amêndoa, mel, canela, flor de laranjeira e alfena. Foi a primeira mulher egípcia a utilizar o perfume como “arte de sedução”. Seduziu o general romano Marco António e o Imperador Júlio César usando um perfume à base de óleos extraídos das flores de henna, açafrão, menta e zimbro (será esta a poção mágica?).

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Muitos arqueólogos encontraram vasos de perfume, mais precisamente no túmulo de Tutankámon, que curiosamente preservaram a essência perfumada colocada há 5 mil anos atrás. Estes fracos antigos eram feitos de alabastro e pedra, devido a não serem porosos permitindo a preservação do aroma por mais tempo (Ashcar, 2007; Pinheiro, 2002; Wikipédia, 2008; Reis, 2000; Yoshimura, 2008).

Na civilização Grega, por volta de 800 a.C., algumas cidades já exportavam óleos de flores e plantas maceradas, sendo esta técnica, própria de perfumaria, criada pelos gregos. Esta cultura apreciava o incenso e algumas receitas de comidas aromáticas (pétalas de rosas moídas) para atrair a atenção dos deuses, perfumando-se a si próprios bem como as suas casas. O perfume desempenhou um papel muito importante na mitologia grega. Os gregos acreditavam que este foi uma invenção da deusa Vénus. A musa, ter-se-ia ferido num dedo e uma gota de sangue caíra numa rosa, onde o deus do amor, Cupido, com um beijo transformara o sangue em fragrância.

A Grécia tornou-se adepta fervorosa do perfume, desempenhando este um papel de grande valor, igualando quase o valor dos alimentos. Os gregos possuíam perfumes específicos para todas as partes do corpo (hortelã-pimenta para perfumar braços e axilas, canela para o peito, óleo de amêndoa para mãos e pés, e extracto de manjerona para o cabelo e as sobrancelhas), levando o uso do perfume até aos extremos. Para além das técnicas novas de perfumaria introduzidas por esta civilização, os perfumes encontram-se também ligados à ciência médica. Hipócrates, “pai da Medicina”, utilizava pequenos concentrados de perfume para combater algumas doenças (Ashcar, 2007; Pinheiro, 2002; Olinto, 2004).

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O império Romano contribuiu muito para a expansão da perfumaria. Ao longo dos tempos do seu domínio, foram assimilando não só novos territórios, mas também novas fragrâncias (glicínia, baunilha, lilás e cravo). Com as rotas comerciais criadas (Arábia. Índia e China), o comércio destas matérias-primas foi ainda mais estimulado. O excesso do uso dos perfumes continua, criando até um desequilíbrio na economia do império, com a importação de toneladas de essências. O consumo dos perfumes foi alargado a todos os escalões sociais, tendo como principais objectivos o asseio pessoal diário, preparação de rituais de fertilidade e o de espantar as epidemias. Por toda a cidade existiam mais de cem casas de banho públicas e privadas, incentivando o banho perfumado a qualquer hora. Os cidadãos mais ricos tinham as solas dos pés perfumadas por escravos e os soldados perfumavam-se antes de entrar em combate. São conhecidas algumas histórias interessantes sobre, por exemplo, o cavalo de Calígula que se banhava todos os dias com água perfumada e ainda sobre Nero, no século I d.C., que tinha hábito de perfumar as suas mulas, no enterro de sua mulher, gastou o perfume que os perfumistas árabes produziam num ano.

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Com as descobertas arqueológicas, nas ruínas de Pompeia, foram revelados os segredos dos perfumes com mais de 2000 anos. Os vasos encontrados, continham perfumes feitos à base de azeite e como ainda não eram utilizados fixadores, passado um determinado tempo o que ficava era o cheiro a azeite!

Posteriormente com a queda do Império Romano, o uso do perfume declinou. Somente no século XII, com o desenvolvimento do comércio internacional, este declínio foi invertido (Reis, 2000; ifragrância, 2004; Ashcar, 2007; Pinheiro, 2002; Olinto, 2004).

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Com a chegada do Cristianismo (séc. I d.C.) e as suas mensagens de pudor, o uso dos perfumes como aditivo ao corpo foi banido, pois o povo cristão acreditava que estavam associados a rituais pagãos. Mas não devemos esquecer que, dentro da tradição cristã, existem vários episódios que relatam o uso de fragrâncias. No Velho Testamento, por exemplo, Noé por ter sido salvo do Dilúvio, queimou madeira de cedro e mirra. Outro exemplo, são as duas oferendas que os reis Magos trouxeram ao menino Jesus: mirra e incenso. Os cristãos basicamente usavam as fragrâncias apenas para prevenir doenças e para higiene pessoal.

Por outro lado, os árabes, cuja religião, embora também monoteísta, têm princípios diferentes e foram os responsáveis pelo ressurgimento da perfumaria no Ocidente. A partir do séc. I várias invenções foram fundamentais para a evolução da perfumaria. Com a descoberta do vidro, os perfumes ganharam formas e cores diferentes. Com a invenção do alambique foi possível destilar matérias-primas. O mais famoso médico árabe, Avicenna, com esta técnica, destilou óleos essenciais das rosas, criando a primeira Água de Rosas do Mundo. A civilização árabe, foi assim, a primeira a investir em experiências com perfumes.

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A principal ferramenta de comércio do povo árabe, foi trazida para a Europa, com a chegada destes à Península Ibérica. Trouxeram para os países do Ocidente noz moscada do Tibete, sândalo da Índia e cânfora da China (Dias & Silva, (1996); Pinheiro, 2002; Yoshimura, 2008; Reis, 2000; Passos, 2002; Olinto, 2004).

Durante a Idade Média (séc. V-XV) na Europa, a perfumaria ficou adormecida, havendo mesmo uma regressão do uso profano dos perfumes, sendo estes apenas reservados ao culto e eram privilégio dos nobres. Havia apenas vestígios de Medicina e farmácia praticadas com ervas aromáticas nos mosteiros (boticários). Este desuso foi devido à desorganização económica que se viveu na época, bem como o estilo rígido da sociedade ocidental devido à pressão da Igreja. Assim, nesta época, podemos salientar o primeiro ambientador da história e em 1370, o primeiro perfume com fórmula própria criado para a Rainha Elisabeth da Hungria (Passos, 2002; CTCV, 2006; Reis, 2000).

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Na Idade Moderna, em 1600, dá-se o aparecimento dos primeiros perfumes europeus, utilizados apenas por reis e rainhas e membros da corte. O comércio feito durante os séculos XIV e XV permitiu a difusão do perfume, com fórmula definida, por toda a Europa. Já no final do séc. XIII, Paris tornou-se a capital mundial do perfume, onde foram criadas as primeiras escolas que formaram os aprendizes desta profissão. Este país ganhou fama mundial pelas essências produzidas, o que motivou a formação de empresas produtoras de fragrâncias e produtos aromáticos tradicionais, tais como: Hermes, Molinard, Roger Gallet, etc. A França permaneceu desde então como o centro europeu de pesquisas, fabrico e comércio de perfumes.

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Na Idade Contemporânea, o perfume deixa de ser exclusivo dos ricos e a classe média passa a ter acesso a este produto.

A partir do séc. XIX, a história deste produto começou a caminhar de mãos dadas com a moda e com a Química Orgânica surgiram as fragrâncias como hoje as conhecemos. Cada revolução na indústria da moda, que ditava novas tendências, era acompanhada pela indústria Química. Surgiram assim, perfumes que marcaram épocas.

Com o avanço da tecnologia, houve uma revolução nos laboratórios: os compostos sintéticos sintetizados no laboratório vieram substituir os aromas naturais, ficando os ambientalistas muito agradecidos, pois já não é preciso colher toneladas de flores para extrair uma essência, levando certas espécies vegetais e animais à beira da extinção.

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Entre os finais do séc. XIX e os inícios do séc. XX começaram a ser fabricados frascos para perfumes. Na actualidade, o design dos frascos faz parte da estratégia de marketing da indústria dos perfumes (Reis, 2000; Ashcar, 2007; Dias & Silva, (1996);Passos, 2002).

O que é um Perfume?

“Odor, aroma… Cheiro agradável e penetrante exalado de uma substância olfactiva agradável, sinónimo de fragrância…” (Frey, 2007:11).

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Principais Matérias-primas dos Perfumes

A perfumaria utiliza uma grande variedade de matérias-primas que são encontradas em diversas partes do mundo, mas muitas vezes são raras e difíceis de encontrar. Quanto mais específica e difícil for de encontrar a matéria-prima maior é o valor do produto (mais caro). As matérias-primas dos perfumes são muito variadas e numerosas. Actualmente existem centenas de produtos naturais e milhares de produtos sintéticos utilizados pelas perfumarias. Apresentamos, de seguida, apenas uma lista (Quadro 2) de algumas matérias-primas mais utilizadas na indústria do perfume, bem como os locais onde se encontram (Gigi Perfumes, 2007):

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Flores:

Jasmim: A mais usada nos grandes perfumes. São necessários 600kg de flores de jasmim (mais ou menos 5 milhões de flores) colhidas uma a uma ao amanhecer para obter 1kg de essência de jasmim. Local: Grasse (França) e África do Norte.

Rosa: É necessário distinguir a Rosa da Bulgária da Rosa de Maio (cultivada em Grasse - França). É da combinação de das duas que se obtém a fragrância mais suave da rosa.

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Campo de lavanda em Quinta do Rosarinho, Portugal

Foto:Perfumenapele

Flor de Laranjeira: Cuja essência chama-se Neroli. Local: Provence (França), Itália e Egipto.

Tuberosa: Fragrância que faz lembrar a flor do Lírio.

Ylang-Ylang: O nome significa “flor das flores”. Local: Índia.

Lavanda: Haute Provence (França). 

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Madeiras e cascas de troncos:

Sândalos de Misore: Itália.

Cedro do Quênia e do Atlas: Marrocos.

Casca de canela: Ceilão e Madagascar.

Casca da Betula: Utilizada para a nota “cuir” (couro). Local: Rússia e Canadá.

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Grãos:

Coentro: Países Mediterrâneos.

Fava Tonka: Venezuela.

Ambrete: Vem do âmbar. Local: Índia e Antilhas.

Petit grain: Provêm das folhas de laranja azeda. Local: Itália.

Musgos:

Musgo de Carvalho: É a base de todas as composições Chyprees. Local: Iugoslávia.

Folhas:

Patchouli: Indonésia.

Ervas aromáticas:

Tomilho.

Menta.

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Cítricos:

São a base das notas Hesperidees:

Laranja: Espanha e Flórida.

Limão: Itália e Califórnia.

Bergamota: Calábria (Itália) e Costa do Marfim.

Tangerina: Itália.

Resinas:

Na origem das notas Balsâmicas:

Mirra do Oriente.

Opopanax da Abissínia.

Benjoin do Sião.

Galbano da Pérsia.

Raízes:

Vetiver: Java.

Produtos de origem incomum:

Âmbar Gris: Âmbar à Secreção rejeitada pelo cachalote e recolhidas nas águas do Oceano Índico e ao longo da Costa do Peru.

Musk (almíscar): Provém de uma glândula da cabra do Tibete. Local: Himalaia.

Civete: Extraído do gato selvagem da Abissínia.

Frascos de Perfumes

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 Foto: dicasdarede.net 

Segundo Comitê Francês do Perfume, os perfumes classificam-se em sete grupos fundamentais (Gigi Perfumes, 2007):

Cítricos:

São óleos obtidos da casca de frutas como o limão, a laranja e a bergamota.

É nesse grupo que se encontram as primeiras “Águas de Colónia”.

Florais:

São obtidos a partir de flores. Família de grande importância que se subdivide em:

Bouquet floral

Floral verde

Floral aldeídico

Floral amadeirado, etc

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Chipre:

Termo que provém de um perfume baptizado por François Coty, em 1917. São perfumes baseados principalmente nos acordes do patchouli, da bergamota e da rosa.

Amadeirados:

Fazem parte deste grupo perfumes com notas suaves como o sândalo e o patchouli e, algumas vezes, secas como o cedro e o vetiver.

Âmbar:

São perfumes com notas suaves e abaunilhadas. Muitas vezes são chamados de "orientais".

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Couro:

São perfumes com notas secas (por vezes, muito secas) que tentam reproduzir o odor característico do couro, da madeira queimada e do tabaco.

Filifolhas (feto):

São perfumes que compreendem um acordo entre notas de lavanda, bergamota, gerânio, etc.

Classificação dos perfumes segundo Comitê Francês do Perfume (Gigi Perfumes, 2007).

A elaboração técnica de uma fórmula é idêntica tanto para os perfumes femininos como para os Eaus de Toilette masculinos (Gigi Pefumes, 2007).

Flores:

Jasmim: A mais usada nos grandes perfumes. São necessários 600kg de flores de jasmim (mais ou menos 5 milhões de flores) colhidas uma a uma ao amanhecer para obter 1kg de essência de jasmim. Local: Grasse (França) e África do Norte.

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Rosa: É necessário distinguir a Rosa da Bulgária da Rosa de Maio (cultivada em Grasse - França). É da combinação de das duas que se obtém a fragrância mais suave da rosa.

Flor de Laranjeira: Cuja essência chama-se Neroli. Local: Provence (França), Itália e Egipto.

Tuberosa: Fragrância que faz lembrar a flor do Lírio.

Ylang-Ylang: O nome significa “flor das flores”. Local: Índia.

Lavanda: Haute Provence (França).

Madeiras e cascas de troncos:

Sândalos de Misore: Itália.

Cedro do Quênia e do Atlas: Marrocos.

Casca de canela: Ceilão e Madagascar.

Casca da Betula: Utilizada para a nota “cuir” (couro). Local: Rússia e Canadá.

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Grãos:

Coentro: Países Mediterrâneos.

Fava Tonka: Venezuela.

Ambrete: Vem do âmbar. Local: Índia e Antilhas.

Petit grain: Provêm das folhas de laranja azeda. Local: Itália.

Musgos:

Musgo de Carvalho: É a base de todas as composições Chyprees. Local: Iugoslávia.

Folhas:

Patchouli: Indonésia.

Ervas aromáticas:

Tomilho.

Menta.

Cítricos:

São a base das notas Hesperidees:

Laranja: Espanha e Flórida.

Limão: Itália e Califórnia.

Bergamota: Calábria (Itália) e Costa do Marfim.

Tangerina: Itália.

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Resinas:

Na origem das notas Balsâmicas:

Mirra do Oriente.

Opopanax da Abissínia.

Benjoin do Sião.

Galbano da Pérsia.

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Raízes:

Vetiver: Java.

Produtos de origem incomum:

Âmbar Gris: Âmbar à Secreção rejeitada pelo cachalote e recolhidas nas águas do Oceano Índico e ao longo da Costa do Peru.

Musk (almíscar): Provém de uma glândula da cabra do Tibete. Local: Himalaia.

Civete: Extraído do gato selvagem da Abissínia.

Componentes básicos de um Perfume

O perfume é uma mistura composto por três componentes básicos (Charlanti,1998)

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 Estrutura de um perfume 

 - Essências ou óleos essenciais: São a classe de substâncias que geram o perfume. As essências podem ser naturais (extraídos, por exemplo, de flores, de folhas, de raízes ou de animais), sintéticos (como o aldeido benzóico, a heliotropina, etc.) ou artificiais (por exemplo, o trinitributilxileno).

- Fixador: São substâncias que são utilizadas para retardar ou até mesmo impedir a volatilização das essências ou óleos essenciais, conservando por mais tempo o aroma. Estas substâncias podem ser naturais (de origem animal ou vegetal) ou artificiais (por exemplo, o solisilato de benzila).

- Diluentes: São utilizados para dar ao preparado uma concentração adequada (certa), ou seja, para que ele não fique forte em excesso. Os diluentes mais comuns são o álcool (etanol) e a água. A sua quantidade depende do tipo de perfume que se quer obter.

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 Foto:  styleround.com

Em média, um perfume pode ter entre 20 a 500 componentes orgânicos.

A análise química dos perfumes mostra que eles são uma complexa mistura de compostos orgânicos denominada fragrância (essências básicas) (Carvalho, 2002).

Inicialmente, as fragrâncias/essências eram classificadas de acordo com sua origem , como por exemplo  (Carvalho, 2002):

Fragrância floral - consistia no óleo obtido de flores tais como a rosa, jasmim, lilás etc

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Fragrância verde - era constituída de óleos extraídos de árvores e arbustos, como o eucalipto, o pinho, o citrus, a alfazema, a cânfora etc.

Fragrância animal - consistia em óleos obtidos a partir do veado almiscareiro (almíscar), do gato de algália (algália), do castor (castóreo) etc.

Fragrância amadeirada - continha extractos de raízes, de cascas de árvores e de troncos, como por exemplo, do cedro e do sândalo.

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 Nota: Algumas imagens e textos foram retirados através de pesquisa na internet

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publicado às 15:19

Uma paixão chamada Harley - Davidson

por ciprianoalves, em 24.08.14

A história da lendária Harley-Davidson começa em 1903 num barracão nas traseiras da casa de Arthur e Walter Davidson em Milwaukee, Wisconsin.

À dupla, que tinha à volta de 20 anos, juntou-se  William Harley para construir artesanalmente uma motocicleta. Nesse barracão, com a seguinte inscrição na porta, "HARLEY DAVIDSON MOTOR CO", foram produzidas as primeiras motos da marca, tendo sido a primeira vendida, a um amigo, por um valor inferior a 200 dólares.

1 Harley Davidson: a história da lendária marca [Vídeo]

 

Em 1906, a equipa contava com seis colaboradores e foi necessário adequar as instalações ao projecto. A primeira fábrica, ficou instalada na Juneau Avenue em Milwaukee.

 

O ano seguinte foi onde uma importante inovação técnica surgiu: o primeiro modelo com motor a 45º V Twin capaz de atingir 7 cavalos de potência e alcançar 100km/h, algo sensacional para a época. Apesar disso, poucos modelos V Twin foram produzidos até1910. 

 

Em 1910 o famoso logotipo aparece pela primeira vez. 

 

Em 1917 a Harley-Davidson conquistou seu maior cliente: o exército americano.Produziu e comercializou quase 20 mil motocicletas para o exército durante a 1ª Grande Guerra Mundial.

 

Em 1920 a Harley-Davidson já era uma das maiores fabricantes de motos do mundo, com cerca de 2 mil revendas em 67 países diferentes

No ano seguinte, morreu William A. Davidson, um dos fundadores da empresa. Outros dois fundadores – Walter Davidson e Bill Harley – morreriam nos próximos cinco anos.

 

Entre 1941 e 1945, período que durou a 2ª Guerra Mundial, a empresa voltou a fornecer suas motocicletas para o exército norte-americano e seus aliados. Quase toda a sua produção, calculada em torno de 90 mil unidades, foi enviada para as forças norte-americanas neste período.

 

Em novembro de 1945, com o fim da guerra, foi retomada a produção de motocicletas para uso civil.

Em 1956 o  jovem astro Elvis Presley posou para a edição de maio de 1956 da revista “Enthusiast” com uma Harley-Davidson modelo KH.

 Elvis Presley Harley Davidson: a história da lendária marca [Vídeo]

 

Em 1998 a primeira linha de montagem fora dos Estados Unidos é aberta, na Zona Franca de Manaus (Brasil).

A festa do centenário da marca acontece em Milwaukee em 2003, com cerca de 250 mil pessoas.

De todas as motos Harley - Davidson, a mais importante do ponto de vista tecnológico e formal, foi sem dúvida a Knucklehead 61 E.

 

O Museu da Harley Davidson é inaugurado em 12 de julho de 2008, em Milwaukee com centenas de motocicletas, exibições, filmes e imagens da história da marca.

A marca Harley-Davidson é reconhecida em todo o mundo não só como uma moto, mas sim como um estilo tradicional de vida.

As motos da Harley-Davidson são usadas em vários filmes e vídeos de músicas, pois resumem com precisão o sentido da liberdade.

 

Uma máquina cuidadosamente tratada pelo seu proprietário, que representa um certo estilo de vida e o culto pela marca Harley - Davidson
A Harley é sem dúvida um mito mundial, símbolo de rebeldia e aventura.
Um dos maiores desejos dos seus proprietários é percorrerem a famosa Rota 66, histórica estrada do Estados Unidos, que vai de Chicago a Los Angeles, cerca de 3 945Km.
Andar de moto, é de facto, uma emoção única!
Nota: Algumas imagens e textos foram retirados através de pesquisa na internet

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publicado às 14:46

Festas em Cortiçadas de Lavre 2014

por ciprianoalves, em 07.08.14

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publicado às 22:33

CAFÉ, já tomou o seu, hoje?

por ciprianoalves, em 19.04.14

Poucos de nós passam sem tomar o seu café, diariamente, gesto que para alguns, se repete várias vezes ao dia. Mas quantos de nós sabe as voltas que o mesmo dá, até ao momento de ser servido?

 

Planta do café 

A ORIGEM DO CAFÉ

Segundo a história, a planta foi descoberta por pastores de cabras. O café no estado "cereja" os primeiros frutos, foram descobertos  na Etiópia e eram comidos pelos pastores na forma de pasta com manteiga.Actualmente, o Brasil é o maior produtor de café do mundo. Mas quem teria sido o primeiro país a cultivar a planta?... 

Segundo a publicação "Cultura de Café", editada pelo Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, o chamado "ouro negro" foi introduzido pelos árabes, inicialmente na região da Etiópia, antiga Absínia (África) e Iêmen (Arábia), às margens do Mar Vermelho.

Planta estimulante - Estima-se que o café seja conhecido há mil anos no Oriente Médio, especialmente na região de Kafa (daí o nome "Café"). Mas o primeiro registro comprovado da existência da planta é do século XV (por volta do ano de 1.400 d.c.). Nessa época, o café foi descoberto por pastores de cabras etíopes. Eles notaram que quando os animais comiam uma pequena cereja (o fruto do café) tornavam-se mais espertos e resistentes.

Imagem «Panorama da Colheita do Café»

Colheita do café. Antigamente era assim

Kaldi (nome de um desses pastores) passou a colher as cerejas do café e preparar, para seu próprio consumo, uma tonificante pasta feita com cerejas esmagadas e manteiga. Os árabes, vizinhos do Oriente Médio, foram os primeiros a cultivar o café (por isso o nome Coffea arabica – nome científico de uma das mais importantes espécies de café). Os árabes foram também os primeiros a beber o café – em vez de comer ou mascar, como faziam os pioneiros pastores da Etiópia.

 

 

Café é o remédio - É interessante notar que na África, berço do café, houve pouco interesse no cultivo da planta até a Primeira Guerra Mundial. Só depois de 1918 é que se iniciou naquele continente a expansão cafeeira, estimulada pelas metrópoles europeias. A sabedoria dos nativos africanos porém, já levava-os a explorar as propriedades medicinais da planta há pelo menos dois séculos antes. Quando os europeus chegaram ao ex-Congo Belga, por exemplo, as tribos já haviam descoberto há muito tempo os efeitos estimulantes de bebidas preparadas com folhas de cafeeiros.

 

A ORIGEM DA PALAVRA CAFÉ

No mundo árabe, o fruto cafeeiro era chamado de QUAHWAH, cujo significado quer dizer força e vigor. Posteriormente os Turcos e outros orientais passaram a pronunciar CABEUH, cuja palavra adaptou-se ao francês sem a demasiada inspiração dos HH, vindo essa palavra a dar origem a palavra CAFÉ no Português, Francês, Italiano e Espanhol; COFFEE em Inglês; KAFFE em Alemão; KAVE no Húngaro; KOHI no Japonês e KIAFEY no Chinês.

 

PLANTIO

Tudo começa com uma seleção criteriosa das sementes de café. Elas são escolhidas, plantadas e mantidas em viveiros especiais, que darão origem às mudas. As plantinhas passam por diversas etapas de crescimento e quando alcançam de quatro a seis pares de folhas em seus galhos, são levadas para os solos que abrigarão o cafezal.

O plantio das novas mudas deve ser feito durante a primavera, de setembro a dezembro. A planta, que tem preferência por solos bem drenados, demora, em média, dois anos e meio para alcançar o ponto de colheita. Durante este processo de desenvolvimento do cafeeiro, a planta deve receber cuidados especiais, sendo irrigada, adubada e protegida contra pragas e ervas daninha.

 

Plantação de café

Brasil sul, de Minas

FLORADA

Após o sétimo ano da plantação, o cafezal atinge o ponto máximo de sua produção, alcançando a chamada bienualidade. A partir daí, os cafeeiros começam a ter boas colheitas ano-sim, ano-não. Isso acontece porque os frutos surgem em substituição às folhas. A ausência delas desgasta excessivamente a planta, por isso, na safra seguinte, ela direcciona toda sua energia para a recomposição do verde, deixando a produção de grãos em segundo plano.

As flores brancas e perfumadas possuem cinco delicadas pétalas e aparecem entre Setembro e Novembro. Elas darão origem aos grãos de café assim que o verão brasileiro der as caras. As flores que forem fecundadas se transformarão em pequenos frutos que, inicialmente, possuem a cor verde. Quando amadurecem, adquirem tons de vermelho ou amarelo, conforme a variedade da planta. Neste momento, é hora dos grãos serem colhidos.

 

 

COLHEITA

O processo de colheita acontece entre os meses de Maio e Agosto, quando a maioria dos frutos está madura. É importante saber o ponto certo de colheita para que não haja desperdício por conta do apodrecimento natural do café.

No Brasil, existem três tipos básicos de colheita: derriça, a dedo e mecânica. Durante o processo de derriça, um plástico é colocado em baixo da planta. Os grãos são arrancados e depositados sobre a lona, evitando o contacto com a terra. O processo pode ser feito com a ajuda de máquinas ou até mesmo com as mãos. 

Colheita manual de café

Já a colheita feita a dedo exige muita mão de obra e consiste na escolha apenas dos grãos maduros. Por ser um processo caro e demorado, é pouco utilizado nas fazendas brasileiras. Enquanto isso, a colheita mecânica é feita rapidamente por uma máquina que acumula os grãos em sacas, que depois são despejadas em camiões para transporte.

 

 Além do Brasil, estes países também são produtores de café, mas em menor escala

PROCESSAMENTO

Depois da colheita, os grãos devem ser preparados para serem levados à fábrica de café. Primeiramente, é feita a lavagem e separação dos grãos. Nesta etapa, são eliminadas impurezas típicas da roça: folhas, torrões, paus, terra e pedrinhas. Colocados na água, os melhores cafés boiam, enquanto os frutos verdes - não indicados para a produção – afundam e são descartados. 

Após o mergulho, é feito o despolpamento. Em máquinas apropriadas, são retiradas as cascas e polpa do fruto. Após isso, o café passa por um processo de fermentação, que dá conta de retirar toda a sua parte húmida, deixando a semente pronta para a secagem.

 

CHEGADA À FÁBRICA

Após o processamento, os grãos de café são levados à fábrica, que os transformará no pó que conhecemos. A fábrica Master Blenders, em Jundiaí, que produz o café Pilão, recebe uma média de 500 toneladas por dia, o que corresponde a cerca de 20 camiões. 

 

 

Quando os grãos chegam à fábrica, são despejados em uma câmara. A partir daí, são encaminhados para os compartimentos chamados silos, que armazenarão o produto até o momento da secagem. Caso os grãos não tenham destino certo, ficam armazenados em sacas.

No passado, os cafés eram espalhados em um terreiro e, devido ao calor oferecido pelos raios de sol, secavam. O processo era demorado e durava quase três semanas. Hoje, a secagem é feita por meio de secadores mecânicos: o café entra em um compartimento a 140°C, com 12,5% de humidade, e sai quase totalmente seco. Neste momento, o café começa a ficar amarelado. Então, a temperatura para de subir e ele é levado para o processo de torra.

 

Modernas instalações, cafés Bom Dia, em Minas Gerais, Brasil

TORRA

Este procedimento é todo controlado por operadores à distância. Quando o café alcança a temperatura de 140°C, acontecem interações entre as proteínas, gorduras e açúcares presentes nele. O processo, chamado pirolise, se prolonga até que o café atinja os 240°C. Nesta temperatura, ele é misturado a litros e litros de água. O líquido abaixa a temperatura até que ela chegue aos 65°C, corta os processos de interação molecular e reidrata o produto, deixando-o com até 5% de humidade. Cada café possui uma curva de torra, então, a temperatura e o tempo podem variar. Secos, os grãos descansam por três horas e perdem gás carbônico. Em seguida, estão prontos para serem pesados e armazenados.

 

MOAGEM

Quando uma nova marca é desenvolvida, ela é feita através da combinação de diversos tipos de café. Esta “mistura” varia de acordo com o perfil do consumidor, podendo ser um produto gourmet, que leva toques mais suaves; do tipo forte, que é mais amargo e menos ácido; ou até mesmo aromático, que conta com sabores adicionais.

A mistura é preparada mecanicamente. Então, ela é encaminhada para um rolo mecânico, que quebrará os grãos, até chegar à granulometria ideal do produto. Depois da moagem, o café deve descansar por três horas para liberar mais gás carbônico.

 

CLASSIFICAÇÃO

Para que os grãos sejam armazenados, eles passam por “testes”, que os classificarão de acordo com a qualidade. Depois de moídos, os grãos são colocados em um aparelho que irá enviar raios infravermelhos ao pó de café. De acordo com a luminescência refletida, o produto é classificado em números, que apontam uma variedade mais fraca ou mais forte.

Paralelo a isso,é feita a prova todos os cafés que chegam ao local. Eles são torrados e moídos na hora e, depois, são preparados para que o especialista consiga sentir os aromas de cada um. A partir daí, ele desenvolve novas combinações para as diversas marcas de cafés.

 

EMBALAGEM

A linha de produção da fábrica, que fica em Jundiaí, funciona 24 horas por dia e embala café durante todo esse tempo, produzindo mais de 400 toneladas por dia. 

O café moído é encaminhado para uma máquina responsável por colocar o pó nos pacotes. Durante o processo, o saquinho recebe quatro levas de café e é pesado após cada depósito para garantir que a embalagem saia com o peso certo. 

Se o café for embalado a vácuo, ele é comprimido e passa por uma pré-selagem. Em seguida, o pacote é encaminhado para a câmara de vácuo, que retirará todo o ar da embalagem.

 

 

 

 

ENCAIXOTAMENTO

Para finalizar a produção, a embalagem de café passa por um teste para saber se não há oxigênio dentro dela e também é submetida à marcação de validade feita a laser. Então, os pacotes são automaticamente colocados em uma caixa de papelão e estão prontos para chegarem ao ponto de venda. Depois, é só colocar em prática o processo que você já conhece: passar o pó pelo coador e degustar uma das bebidas mais tradicionais do Brasil, o famoso cafezinho.

 

 

COMO PEDIR UM CAFÉ EM PORTUGAL!

 

Quantidade: curto,normal, quase cheio, cheio, banheira...

Chávena (xícara): chávena fria, chávena escaldada, abatanado, americano...
Tipos: carioca, com cheirinho, descafeinado, garoto, meia de leite, café duplo, bica, cimbalino (no Porto)...

 

TIPOS DE CAFÉ

Espresso

Para o café ser considerado um espresso ele deve ter 35 ml do mais puro café e mais nada. Se forma chamado de café expresso, a grafia é com x. Entretanto, sozinho, por se tratar de um nome próprio, o espresso é escrito com s.

 

Americano

É conhecido pela adição de água quente no café, dando uma força semelhante, mas sabor diferente, do café expresso. A força de um Americano varia com o número de colheres de café e da quantidade de água adicionada.

 

Macchiatto

É um café com leite típico da Itália, consistindo num café expresso misturado com uma pequena quantidade de espuma de leite.

 

Fonte: Daniela Abrahão

Espresso Panna

Muito comum na Itália, este café conta com a Panna (creme de leite fresco batido ou feito na coqueteleira). Considerando que alguns estados brasileiros não permitem a comercialização de leite fresco, apenas pasteurizado, muitas cafeterias substituem a Panna por chantilly

 

Duplo

Nada mais é que o dobro de um espresso. Aproximadamente 60 ml de café.

 

Café com leite

Trata-se do café filtrado com leite aquecido ou fervido. Também pode apresentar-se como café expresso com leite vaporizado e uma fina camada de espuma de leite.

 

Lágrima

Bem parecido com o café com leite, se diferencia por ter mais leite do que café.

 

Cappuccino

O verdadeiro, italiano, não leva nada além de leite e café. Porém, algumas versões pelo mundo apresentam 1/3 de expresso, 1/3 de leite vaporizado, 1/3 de espuma de leite na xícara de 150 a 180 ml.

 

 

 

Hawaiano

É o simples café com leite de coco.

 

Caribenho

Nas variações pelo mundo leva calda de açúcar, uma dose de rum, licor de café, meia dose de Martini, gelo, creme de leite, de preferência light ou leite de coco, e café bem forte. Porém, na versão original, apenas o rum, calda de açúcar e baunilha dão mais sabor à bebida.

 

Como fazer café

Segundo as fontes consultadas, para fazer café é preciso usar água filtrada ou mineral, com o mínimo possível de cloro, para não passar gosto para o café.

 

A água também não pode ferver. “O oxigênio da água ajuda a extrair as propriedades do café, em especial daqueles que são gourmet e, quando a água ferve, ela perde esse oxigênio e ainda fica muito quente, podendo queimar o pó”.

Recomenda-se sempre a utilização de café fresco, para ter melhor sabor e aroma na bebida, sem misturar açúcar ao pó ou a água durante o preparo.

As propriedades da bebida são mais bem percebidas se ela não for adoçada. Mas se fizer muita questão, coloque o açúcar ou adoçante diretamente na xícara de café e não no bule.

  

Filtro de papel e coador de pano

As técnicas de preparo de café em coador de pano e filtro de papel são bastante semelhantes e utilizadas. Se antigamente o correto era jogar a água quente sobre o café para depois despejá-lo no coador de pano, esta prática não é mais utilizada.

“Não é só no Brasil que esse método de preparo é um costume secular, na maioria dos países o café coado é o método de preparo por excelência, a exemplo do Japão, Escandinávia. Talvez se explique esta preferência pelo fato do café espresso ser mais concentrado, tendo suas características mais evidenciadas (sabor, aroma, acidez, doçura, amargor, aftertaste) e o café coado ser mais diluído, suave, podendo assim ser tomado em maiores quantidades”, este tipo de café costuma ter mais cafeína do que o espresso, devido ao maior tempo que leva seu preparo.

Tanto para coadores de pano quanto para filtros de papel, a moagem dos grãos deve ser fina. “Como a trama do tecido costuma ser mais aberta que a do filtro de papel, não é incomum encontrar borra na bebida e o café do coador ser mais oleoso, encorpado e menos brilhante que o do filtro”.

Os coadores de pano podem reter resíduos que interferem no sabor do café, enquanto os filtros de papel tendem a ser mais práticos e devem ser do tamanho adequado ao porta-filtro. O pó deve ser disposto uniformemente dentro do recipiente (filtro ou coador), sem apertá-lo, usando cerca de 8 colheres (sopa) de pó de café para cada litro de água. ”Assim que a água começar a soltar bolhas, antes de levantar fervura, deve ser desligada e jogada lentamente sobre o pó de café”.Actualmente há no mercado filtros de papel que podem ser reutilizados. Tanto eles quanto os coadores de pano devem ser lavados apenas com água, para não correr o risco de o detergente interferir no sabor da bebida.

 

Cafeteiras eléctricas e de cápsulas

Assim como as cafeteiras de cápsulas, não há grandes segredos. “No caso das cafeteiras elétricas, quando elas são ligadas na tomada, a água aquece até 70°C e dobra de volume.

Acontece então uma troca de pressão e ela passa lentamente para o compartimento de cima, gotejando sobre o pó de café e libertando a bebida”, as cafeteiras de cápsulas são ainda mais simples, pois para utilizá-las não é preciso ter prática ou  tão pouco habilidade.

CAFETEIRA ITALIANA

Mais conhecida como “moquinha”, esta cafeteira é também uma das mais perigosas, pois podem acontecer explosões. “É preciso que a moagem seja grossa, pois se for muito fina, pode entupir o equipamento. O método de preparo é bem similar ao da eléctrica, já que a água fica em baixo, o pó no meio e a bebida é transportada para cima.

O ideal é desligar o fogo e tampar a cafeteira quando o líquido estiver na metade da parte superior”. Recomenda-se que o consumidor compre um moedor de grãos ou adquira o café moído grosso directamente nas cafeterias para não correr riscos, já que os acidentes costumam ser bem feios e sérios.

“A bebida feita na moquinha acaba sendo bem semelhante à da máquina espresso no que diz respeito à concentração de sabor”.

 

CAFETEIRA FRANCESA

Este equipamento tem design diferente, com um êmbolo que pressiona o café por um filtro e resulta em uma bebida mais suave, porém com mais concentração de cafeína. “É uma bebida feita por imersão e a moagem deve ser ainda mais grossa que na cafeteira italiana. Deve-se escaldar o recipiente com água quente para que ele não esfrie, coloca-se os grãos, a água quente e espera três minutos antes de pressionar o êmbolo e conseguir o café”, este é “um dos métodos de fazer café fresco que mais se propaga”.

 

CAFETEIRA EXPRESSA

O café espresso é a bebida preparada em uma máquina profissional através da passagem de água aquecida a 90°C pelo pó de café fino e compactado sob alta pressão (9 bars). Com sabor concentrado, a bebida não tem tanta cafeína e há mais sólidos dissolvidos por volume.

”Costuma-se ensinar que o café espresso bem tirado é aquele que forma um creme espesso e, conforme despejamos o açúcar, ele demora para cair. Todavia não podemos ser cruéis, já que muitas vezes utiliza-se açúcar cristal para adoçar e, como ele é mais grosso e pesado, cai rapidamente”. A bebida, quando bem feita, chega às mãos do cliente bonita, com creme dourado e elástico, que não mostra o café. “A máquina, a mão do barista, o tipo de café e até a xícara têm influência no resultado da bebida. Estudos comprovaram que xícaras com fundo arredondado são melhores para manter o creme do espresso.”

Cafeteira Expressa

No preparo do café espresso, o grão é moído na hora de uma forma fina e é disposto no “cachimbo”, onde deve ser compactado com um equipamento próprio, exercendo-se entre 15 kg e 20 kg de peso sobre o pó. Quando o cachimbo é encaixado na cafeteira, a água quente passa então pelo pó lentamente, e leva cerca de quatro segundos até cair na xícara. “Nenhum excesso deve ser usado. Se o café cair muito rapidamente, ficará grosso e com sabor ruim. Se demorar mais do que quatro segundos, fica queimado, superextraído e sem suas propriedades de aroma.

 

CAFÉ

PRÓS E CONTRAS

Sendo o café uma das bebidas mais consumidas no mundo é bom lembrar as vantagens e desvantagens do "cafezinho"!

 

PRINCIPAIS VANTAGENS

O café contém antioxidantes que ajudam a manter o seu coração saudável. Estudos comprovam que reduz o risco de ataque cardíaco e também a reduzir os danos nas artérias (arteriosclerose). O café ajuda ainda a regular a tensão arterial pois contém uma substância que alarga os casos sanguíneos. Beba café com moderação. Uma chávena por dia é mais que suficiente.

Controlar Diabetes

Existem estudos que sugerem que os antioxidantes encontrados no café ajudam a melhorar a sensibilidade das células à insulina, o que leva a uma manutenção dos níveis de açúcar no sangue. No entanto existem alguns estudos que refutem esta teoria, mas acaba por ser revitalizante saber que ao beber café temos vais vantagens além de acordarmos.

Acelera o Cérebro

A cafeína mantém-nos alerta e preparados, especialmente se estivermos demasiado sonolentas para acabar algumas tarefas. Estudos recentes evoluem no sentido de indicar que o café pode ajudar a reduzir o risco de demência e outras doenças do sistema nervoso. O café melhora a actividade dos neurotransmissores responsáveis pelas funções cognitivas.

Ajuda a digestão

O café também ajuda na digestão ao estimular a secreção ácida do estomago. Consumir café produz contração peristáltica, funcionando como um laxante natural

 

DESVANTAGENS

Tira o Sono

O motivo por que muitas pessoas bebem café é devido à cafeína, que ajuda a acordar-nos e preparar-nos para o dia. Para ter uma boa noite de sono deve evitar-se o café o mais possível.

Irritabilidade e Ansiedade

Em algumas pessoas o café torna-as mais irritáveis e ansiosas. Isto deve-se ao facto de o corpo já se ter habituado a beber café todos os dias e um dia que falte o café...

Vício

O facto de tomar uma chávena de café por dia não é viciante, mas quanto mais se consome, mais se sente a necessidade de obter o efeito energético que se espera da cafeína. As grávidas devem beber com moderação!  

Overdose de café

O café também pode ser ingerido em excesso. E os sintomas não são agradáveis. Profissionais apontam para dores de estômago, agitação, insónia, irritabilidade, hipertensão. Segundo alguns pediatras, o café também pode contribuir para a absorção de cálcio pelo organismo humano, causando desde enjoos a arritmias cardíacas.



Fonte:TERRA.COM.BRASIL

Nota: Algumas imagens e textos foram retirados através de pesquisa na internet

 

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publicado às 23:34

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

por ciprianoalves, em 05.03.14

A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge no final do século xx, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim e Viena (1911) e São Petersburgo (1913).

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O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Feverereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América , em memória do protesto contra as más condições de trabalho das operárias da indústria do vestuário de Nova Iorque.

Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de criação de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.

 

 
No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 DE Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suiça.

 

Poucos dias depois, a 25 de Março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores, a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de Setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário colectivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erroneamente considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.

 

Membros da Women's International League for Peace and Freedom,
em Washingon, D.C. 1922 

 

Em 1915, Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Christiania (atual Oslo), contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher.

 

Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução Russa de 1917. Em 8 de março de 1917, a greve das operárias da indústria textil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento:  Em 8 de março não estavam previstas acções revolucionárias. Pela manhã, a despeito das directivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este Dia das Mulheres viria a inaugurar a revolução”.

 

Mulher Alentejana

Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenine para torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético , permaneceu como celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres - uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia.

 

 Mulher Alentejana

Fonte: beja.blogs.sapo.pt

A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime.

 mulher

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910, 1920  Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 60 sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977.

Hoje, tal como há muitos anos atrás, a vida das mulheres continua muito difícil. Às suas responsabilidades profissionais, juntam-se as da casa, marido, filhos e outras atribuições caseiras, sempre muito difíceis de conciliar.

 

A evolução da mulher não tem fim, estando cada vez mais presente nas empresas, nas escolas, no trânsito, etc..., está a valorizar-se constantemente!

 

O tempo é escasso para tanta tarefa. É necessário que o sexo oposto evolua no sentido de partilhar as tarefas, principalmente as caseiras, para que a mulher consiga ter algum tempo para si. Há que mudar certas mentalidades no dia de hoje!

Mulheres hoje em dia

Fonte:apaulasm.blogspot  

Hoje o Dia da Mulher é muitas vezes marcado por presentes simbólicos, como flores, em especial rosas, poemas, frases, etc!...

 

 

Parabéns a todas as Mulheres!

 

Fonte: wikipedia.org

Nota: Alguns dados e imagens foram retirados através de pesquisa na internet 

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publicado às 15:20

CARNAVAL

por ciprianoalves, em 23.02.14

O Carnaval é actualmente uma das festividades mais populares em todo o mundo.

Carnaval, época de diversão para as crianças

Foto: Carnavalmania.pt

Onde e porquê terá nascido o Carnaval?

Não existem certezas sobre a origem do Carnaval. Se há historiadores que associam esta festividade a cultos antigos, com início 10.000 anos a.C, feitos para agradecer as boas colheitas agrícolas, já outros argumentam que a origem do carnaval terá ocorrido bem mais tarde, no Egipto, como homenagem à deusa Isis e ao Touro Apis. Há ainda historiadores que atribuem o nascimento do Carnaval aos gregos, que tinham o costume de celebrar o início da Primavera agradecendo aos deuses.

Paulo NOvais/EFE

Desfile de Carnaval, na Mealhada

Fonte: notícias.r7.com

A própria palavra “Carnaval” divide os historiadores quanto à sua origem etimológica. Uns defendem que a palavra deriva de de "carne vale"que significa "deus carne" sendo assim uma forma de nos remeter para o início do período da Quaresma que era, no Cristianismo, um período de reflexão espiritual e também uma época de privação da carne como alimento.

 

Outros acham que a palavra Carnaval poderá ter origem em "currus navalis" que significacarro naval e é uma expressão anterior ao Cristianismo. Esta interpretação tem por base  os costumes dos Gregos e dos Romanos de festejarem a chegada da Primavera através de desfiles com carros alegóricos em forma de barco e trajes marítimos.

 

Carnaval no Brasil, o melhor e maior do mundo

Actualmente os festejos de Carnaval não têm dia certo para ocorrer e as datas da sua celebração variam conforme o país.

Nos Estados Unidos e na Alemanha festeja-se no dia 6 de Janeiro, na Colômbia no dia 11 de Novembro, em França na terça-feira “gorda” e no Brasil os festejos começam cinco dias antes da quarta-feira de cinzas.

 

Mesmo sem sabermos a origem exacta desta celebração, a verdade é que, quer tenha tido origem num festival religioso e primitivo ou numa simples celebração pagã, o Carnaval é uma festa que celebra a vida e a alegria.

O encanto do Carnaval Brasileiro

A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta Feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "Carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "Carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres.

Carnaval em Portugal

Fonte: hardmusica.pt

Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta Feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-Feira Gorda).

 

O Carnaval em Portugal

 

Os dias que se avizinham vão ser de cor, alegria, música e fantasia, com desfiles alegóricos e bailes de Carnaval um pouco por todo o país.

É bem verdade que não estamos no Brasil, mas o nosso Carnaval tem tradições próprias, muita magia e alegria! À falta do calor do sol, prevalece o calor humano que tão bem nos carateriza! E para o provar, estão os mais tradicionais e conhecidos festejos do Carnaval português que se celebram por todo o país, com destaque para Loulé, Sesimbra,Torres Vedras, Alcobaça,Mealhada, Ovar e Funchal.

 Carnaval em Sesimbra

 

 

Fonte:http://origemdascoisas.com

Fonte:wikipedia.org

Nota: Algumas fotos foram retiradas através de pesquisa na internet

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publicado às 17:04

DIA dos NAMORADOS

por ciprianoalves, em 05.02.14

Esta data é comemorada há mais de 2 mil anos. Em praticamente todo o mundo ocidental, o 14 de Fevereiro é o dia consagrado aos Namorados, o dia de S. Valentim. S. Valentino foi um padre mártir em Roma, no ano 270 D.C. A ligação do seu nome aos namorados, deve-se ao facto de a data coincidir com o dia de um antigo Festival de Fertilidade. O evento, uma festa pagã, era realizado na Antiga Roma.

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Como muitos casais apaixonados eram impedidos pelas suas famílias de se casarem, o padre Valentino passou a realizar matrimónios às escondidas, quando os casais fugiam, para que não ficassem sem receber as bênçãos de Deus. Lá dedicava-se o dia aos deuses Lupercus e Juno, protectores dos casais. A troca de presentes entre os namorados já era habitual naquele tempo.

 

Foto:Blog da Unitri

As pessoas apaixonadas costumam presentear seus namorados ou cônjuges, a fim de mostrar todo o amor que sentem. Nesta data, os casais costumam trocar presentes e comemorar, com um jantar romântico, a paixão que sentem um pelo outro, a afectividade e o amor, como forma de agradecer o companheirismo e a dedicação entre ambos.

Foto:anapassos.art

Mas existem várias formas de comemorar o dia dos namorados. Mandar flores, cestas de café da manhã, uma cesta de happy hour para degustarem juntos, mensagens por telefone, serenatas, fazer uma pequena viagem, passar um dia em uma casa de relaxamento (SPA), dentre outras.

Foto:orkuomgifs.com

 

O importante é usar a criatividade e o romantismo!

 

Nota: Algumas imagens foram retirados através de pesquisa na internet.

 

 

 

 

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publicado às 22:04

EXEMPLOS DE SUCESSO E SUPERAÇÃO

por ciprianoalves, em 11.12.13

Quantas vezes nos sentimos fracassados e dispostos a desistir de tudo?  Para Soichiro Honda, a palavra fracasso não existia, e a persistência foi a chave do seu sucesso.

Apesar de todas as adversidades que encontrou no seu caminho, tornou-se dono de um grande império, uma das maiores fábricas de autos, a Honda.

Soichiro Honda é com certeza, grande exemplo de superação. Aliás, muitas das grandes empresas japonesas, nasceram em armazéns e pequenas oficinas.

Uma grande lição de vida é sem dúvida o que nos ensina este homem que, ultrapassando todas as adversidades, incluindo as destruições provocadas pela guerra e desastres naturais, iniciou uma trajectória de sucesso. Esta vitória é o resultado da sua atitude firme contra todas as situações perante as quais, outros, teriam desistido.

 

 

Um pouco de história

Aos 8 anos, já havia construído uma bicicleta e, aos 13 já tinha uma série de pequenas “invenções”! Aos 16 anos, Honda vai para Tóquio como aprendiz numa oficina mecânica, e poucos anos mais tarde, volta para Hamamatsu e abre a sua própria oficina.

   

Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da própria esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.

Sr. Honda desiste? Não! Volta a escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o tachavam de “visionário“.

Sr. Honda fica chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele. Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída.

Sr. Honda desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica mas, um terramoto arrasa-a novamente.

Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família.

Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor a sua bicicleta e sai as ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas“. A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria.

 

Soichiro – ciclomotor 2

Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a ideia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.

Encurtando a história: hoje a Honda Motor Company é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.

Portanto, quem adquiriu o hábito de viver reclamando e colocar sempre a culpa no destino, pare já com isso!

O que sabemos é uma gota d’água. O que ignoramos é um oceano. Sigamos o exemplo de Soichiro Honda!

  

honda

Soichiro Honda (1906 – 1991)

 

Fonte: japaoemfoco

Notas: Algumas imagens foram retiradas através de pesquisa na internet

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publicado às 13:26

PINK MARTINI

por ciprianoalves, em 18.11.13

Pink Martini é um grupo musical que recentemente descobri e do qual sou fã. Este grupo foi formado em 1994, pelo pianista Thomas Lauderdale, em Portland, Oregon, Estados Unidos da América.

 

Thomas Lauderdale, fundador do grupo
Fonte: Pink Martini

É descrita como uma pequena orquestra, que combina vários géneros musicais clássicos como o latin, jazz, pop. A sua vocalista principal é a sensual China Forbes.

 

            
Grupo Pink Martini, aqui com Storm Large
Fonte: Pink Martini

Em 1994, Thomas Lauderdale tinha como objectivo candidatar-se a um lugar na política, começando para isso, a receber formação. Como candidato, verificou que os eventos eram acompanhados por música sem brilho. Inspirando-se na música de todo o mundo, cruzando os géneros de música clássica, jazz e pop, fundou a orquestra Pink Martini, esperando com isso apelar aos conservadores e liberais, abrilhantando os eventos com música mais bonita e com interpretes de qualidade, para as suas causas de então; captação de recursos políticos para causas como, os direitos civis, meio ambiente, bibliotecas, radiodifusão pública, educação e parques.

 

Pelos vistos, a partir daí, perdemos um futuro político mas ganhámos um excelente músico!

 

             
Thomas Lauderdade, fundador, as vocalistas Storm Large, de branco  e China Forbes, de vestido verde
Fonte: Pink Martini

Um ano depois, Lauderdale convida a que é hoje a sua vocalista principal, China Forbes, que morava em Nova York, pedindo-lhe para se juntar ao grupo Pink Martini. Começaram, a partir daí, a escrever músicas juntos. Editaram o seu primeiro single "Sympathique", muito bem acolhido em França, onde foi nomeada para canção do ano e vendeu mais de um milhão e trezentas mil cópias.

No grupo todos estudaram várias línguas e diferentes estilos músicais de todas as partes do mundo. Inevitavelmente o reportório do grupo é muito diversicado. Desde o samba à música clássica francesa, italiana, tudo é possível ouvir quando este grupo actua.

 Sympatique, primeiro single, muito bem acolhido em França


Sendo a banda, Norte Americana, ela canta em quinze línguas diferentes e além dos seus dez, doze músicos, têm convidado para participar nos concertos as melhores orquestras a nível mundial, tornando as suas actuações ainda mais espectaculares e profissionais.

 

 Grupo Pink Martini

Devido a sua formação acima da média (12 membros), a banda tem tido problemas em encontrar lugares para actuar, em algumas cidades. Com a ajuda do amigo da banda Norman Leyden começaram a  apresentar-se com várias orquestras atráves do país, conquistando assim ainda mais fãs. 


Aqui ficam alguns dos albuns editados por este grupo:


 


Aqui fica o nome dos músicos que formam o grupo, todos eles na minha óptica, com um desempenho excepcional.

 

Thomas Lauderdale, pianista e Storm Large, vocalista 

Fonte: Pink Martini


 

Formação

 
China Forbes — vocais 
Thomas M. Lauderdale — piano 
Robert Taylor — trombone 
Gavin Bondy — trompet 
Paloma Griffin — violino 
Doug Smith — vibrafone e percussão 
Brian Lavern Davis — congas, bateria e percussão 
Derek Rieth — percussão 
Martin Zarzar — bateria 
Phil Baker — baixo 
Timothy Nishimoto — vocais e percussão 
Maureen Love — harpa 

 

  China Forbes, vocalista dos Pink Martini

Fonte: Pink Martini

 

 

Membros de tours

 

Pansy Chang — cello 
Dan Faehnle — guitarra 
Claude Giron — cello 
Brant Taylor — cello 
Nicholas Crosa — violino

 

 

Nota: Alguns dados, imagens e vídeos foram retirados através de pesquisa na internet

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publicado às 19:29



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